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  1. Cientistas explicam por que o gotejar da torneira tem um barulho tão característico

    Bolha de ar atua como alto-falante acústico, diz estudo publicado na 'Scientific Reports'. Autor da pesquisa decidiu estudar fenômeno após não conseguir dormir na casa de um amigo. Barulho de gota da torneira é incômodo para muitos -- e para o autor do estudo publicado na 'Scientific Reports" Jonathans Lins / G1 O mistério que se esconde por trás do incômodo do barulho do gotejar de uma torneira acaba de ser dissipado por um grupo de pesquisadores, que propõem um remédio simples para solucioná-lo: o detergente líquido. Segundo os cientistas, não é a gota em si que provoca o barulho, mas uma bolha de ar que é criada quando a gota cai sobre a superfície, destacam esses pesquisadores em um estudo publicado na "Scientific Reports" nesta sexta-feira (22). "Sem a bolha não há barulho", explica à AFP Peter Jordan, pesquisador CNRS no Instituto Prime e coautor do estudo. " Essa bolha de ar faz a superfície da água vibrar. Ela atua como um alto-falante acústico, o que gera o ruído que todos conhecemos", conclui. Um "ploc ploc" breve, claro e agudo que rapidamente se torna um barulho incômodo durante a noite. Autor do estudo não conseguia dormir com o barulho Um dos autores do estudo, Anurag Agarwal, do Departamento de Engenharia da Universidade de Cambridge, disse que se interessou pelo tema depois de se ver diante do irritante ruído na casa de um amigo. "Quando não conseguia dormir por culpa do barulho da água comecei a refletir sobre o problema", lembra Agarwal. Falou da questão com dois pesquisadores e "nos surpreendemos ao descobrir que ninguém havia realmente encontrado a causa deste barulho", assegura Anurag Agarwal, citado no comunicado da Universidade de Cambridge. No momento do impacto, é formada uma espécie de cavidade, depois surge um pequeno jato de líquido e cria-se uma bolha de ar. Até agora, a nível sonoro, os cientistas haviam se focado mais no barulho produzido pela queda da gota na água do que no que é gerado no ar, destaca Peter Jordan. Detergente pode resolver 'problema' Os pesquisadores registraram com um microfone o som propagado no ar e com um hidrofone captaram o som disperso na água. A fim de modificar as propriedades elásticas do líquido, adicionaram detergente líquido à água. "Constatamos que isso impedia a formação da bolha de ar e que não havia mais barulho", explica Jordan. "Um pouco de detergente líquido na água pode potencialmente resolver o problema", concluem. "Nosso estudo, no entanto, é válido para uma certa velocidade de impacto e um certo tamanho da gota de água".
  2. Cidades com vacina da gripe podem oferecer dose para outros grupos, diz Ministério da Saúde

    A partir de segunda-feira (25), municípios com estoque de doses podem oferecer o imunizante para crianças entre 5 e 9 anos e para adultos entre 50 e 59 anos. Campanha de vacinação contra a gripe tem ampliação de grupo em cidades com estoques de vacina Secretaria de Saúde do Recife/Divulgação Após o fim da campanha nacional contra a gripe nesta sexta-feira (22), o Ministério da Saúde diz que os municípios que ainda tiverem doses podem ampliar a vacinação para crianças entre 5 e 9 anos e adultos entre 50 e 59 anos a partir de segunda-feira (25). Antes, a vacina estava sendo destinada para crianças entre 6 meses e 5 anos e para idosos a partir de 60 anos -- além de outros grupos prioritários (veja abaixo). A ação já estava prevista pelo Ministério da Saúde e 17 capitais com estoques da vacina já haviam anunciado na sexta-feira (22) a expansão da cobertura e da campanha de vacinação enquanto houver vacina. Confira a atualização dos grupos com recomendação (imunização agora depende do estoque de cada cidade): Professores da rede pública e privada; Profissionais de saúde; Crianças entre 6 meses e nove anos; Gestantes; Mulheres com parto recente (com até 45 dias); Adultos entre 50 e 59 anos; Idosos a partir de 60 anos; Povos índigenas; Portadores de doenças crônicas; População privada de liberdade (inclui funcionários do sistema prisional e menores infratores). Aqueles grupos com recomendação que ainda não se vacinaram também podem continuar procurando os postos de saúde, diz o ministério. Agora, no entanto, a imunização vai depender da disponibilidade da vacina. “Foram dois meses de oportunidade exclusivamente para o grupo prioritário se vacinar. Agora, a recomendação é que as doses sejam disponibilizadas também para esses outros públicos”, diz Gilberto Occhi, ministro da Saúde, em nota. Entre os grupos da campanha até o dia 22, as crianças haviam registrado a menor cobertura, informa o Ministério da Saúde. Confira, abaixo, a taxa de cobertura por grupo até o dia 21 de junho. Campanha nacional e mortes A imunização contra a gripe é feita de forma sazonal (todos os anos antes do inverno) e não está disponível o ano inteiro no calendário de imunizações do ministério. A vacinação em 2018 começou no dia 23 de abril. Até o dia 16 de junho, o Brasil registrou 3.122 casos de influenza em todo o país e 535 óbitos. Entre as crianças, o número de mortes triplicou, de 14 para 2017 para 44 em 2018. O Ministério da Saúde também divulgou a cobertura vacinal por região. O Sudeste teve o menor índice de vacinados.
  3. Justiça derruba liminar e mantém reajuste de plano de saúde individual em 10%

    Antes, ação movida pelo Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) pedia teto de 5,72% para aumento. Decisão decidiu considerar custos dos planos. Reajuste de plano individual poderá ser de até 10% TV Anhanguera/ Reprodução/Arquivo O Tribunal Regional Federal da 3ª Região suspendeu liminar que fixava o reajuste de planos de saúde individuais e familiares em 5,72% na noite de sexta-feira (22). Agora, o aumento para esses planos não relacionados ao trabalho ou a categorias profissionais poderá ser de até 10%. A decisão foi proferida após recurso movido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), entidade que regula o setor de planos de saúde no país. A ANS interpôs recurso após a Justiça acatar um pedido do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) no começo de junho. O Idec pedia teto de 5,72% para o aumento dos planos individuais. A entidade argumentou que o aumento não poderia ser maior à inflação dada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para o segmento de saúde e cuidados pessoais. ___________________________________________________________________________ Resumo Reajuste de plano individual, feito todos os anos, poderá ser de até 10%; Decisão anterior pedia reajuste máximo de 5,72%; Impasse está sobre atrelar o reajuste à inflação ou ao aumento dos custos dos planos; Idec questiona metodologia do reajuste; já a ANS, diz que métodos têm por base estudos internacionais. ____________________________________________________________________________ Já nessa nova decisão, o desembargador Neilton dos Santos considerou um "equívoco" atrelar o reajuste de planos ao IPCA, uma vez que a variação de custos dos planos deve ser considerada. "É equivocado comparar-se o Índice de Preços Amplo – IPCA, do IBGE, aos índices de reajustes autorizados aos planos de saúde, uma vez que aquele é representativo de preços, ao passo que este leva em conta a variação de custos" --- Neilton dos Santos (desembargador). Em 2017, o aumento autorizado foi de 13,55%. Em nota, o Idec lamentou a decisão "tomada apenas considerando os argumentos das empresas sem levar em conta os fatos gravíssimos que o Idec e as organizações de defesa do consumidor vem denunciando há anos." ANS usa média de reajustes cobrados em planos coletivos para definir percentual para planos individuais Pixabay/CC0 Creative Commons Impasse sobre a metodologia do reajuste O Idec questiona a maneira como a ANS faz o cálculo do reajuste dos planos individuais e cita que estuda possibilidades de recurso, "já que o Tribunal de Contas da União aponta erros na metodologia que vem sendo utilizada pela agência". "A decisão desconsidera a gravidade dos erros na metodologia dos reajustes aplicados pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) e ignora suas falhas, permitindo que a lesão aos consumidores se agrave" - Idec (Instituto de Defesa d o Consumidor). Já a ANS, defendeu em recurso que a metodologia aplicada ao reajuste "é amparada em estudos internacionais que legitimam todos os percentuais já autorizados". Ainda, a agência defende que o cálculo dos reajustes é feito para refletir o impacto de custos de novos procedimentos, constantementes atualizados pelo rol de serviços e eventos em saúde. A agência usa média de reajustes cobrados em planos coletivos para definir percentual para planos individuais. Por fim, o relator da decisão argumenta que derrubou a liminar com base nos argumentos interpostos e na complexidade do tema. "Ao argumento de que a matéria debatida é complexa, necessitando da análise de provas técnicas e de falta de urgência, pleiteia a agravante a suspensão da decisão recorrida", concluiu o desembargador.
  4. Estado de SP ainda não alcançou meta de vacinação contra a gripe de crianças e grávidas

    Campanha acabou nesta sexta-feira (22), mas os municípios que ainda tiverem doses poderão continuar a vacinação. Vacina contra a gripe Gil Leonardi/Divulgação O estado de São Paulo ainda precisa vacinar cerca de 950 mil crianças de seis meses a cinco anos e 170 mil grávidas contra a gripe. Estes são os dois grupos-prioritários que ainda não alcançaram a meta de imunizar 90% da população. O índice vacinal do grupo das crianças está em 58,3% e das grávidas em 59,1%. A campanha para os grupos prioritários acabou nesta sexta-feira (22), mas as ações de vacinação vão continuar. A partir de segunda-feira (25), os municípios que ainda tiverem doses poderão continuar vacinando os grupos-prioritários e incluir outos dois novos grupos: adultos de 50 a 59 anos e crianças de 5 a 9 anos. Grupos prioritários a partir de segunda-feira (25) - Crianças de 5 a 9 anos; - Adultos de 50 e 59 anos; - Crianças de 6 meses a cinco anos; - Crianças de cinco a nove anos; - Adultos entre 50 a 59 anos; • Idosos (com mais de 60 anos); • Trabalhadores da saúde; • Gestantes; • Puérperas (mulheres que estão amamentando); • Professores das redes pública e privada; • Indígenas; •Pessoas privadas de liberdade (incluindo adolescentes cumprindo medidas socioeducativas); • Profissionais do sistema prisional • Pessoas com doenças que aumentam o risco de complicações em decorrência da influenza. A Secretaria Estadual da Saúde já vacinou 9,9 milhões de paulistas contra o vírus Influenza. A meta é imunizar 10,7 milhões de pessoas. Os grupos prioritários de idosos, puérperas, professores e indígenas já ultrapassaram a meta de 90% de vacinados. Segundo recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), a vacina protege contra três tipos de vírus. Capital A capital decidiu estender a campanha de vacinação por mais um dia para os grupos prioritários. Neste sábado (23), 70 postos de saúde vão funcionar. Os postos abrem às 8h, mas o horário de fechamento é diferente para cada unidade. Confira o horário de funcionamento no site da Prefeitura. Para tomar a vacinar, é preciso levar documento de identificação e, se possível, a carteira de vacinação e cartão SUS. Os profissionais de saúde e educação precisam apresentar holerite ou crachá de identificação. Portadores de doenças crônicas e outras comorbidades devem levar a receita da medicação que faz uso com data dos últimos seis meses. A cidade de São Paulo ainda não atingiu a meta de vacinar 90% da população desses grupos. De acordo com o último balanço da Secretaria Municipal da Saúde, a cobertura está em 71,7%. O índice de vacinação continua abaixo do esperado entre as gestantes (48,1%), crianças de 6 meses a 5 anos (50,1%). Novos grupos Na capital, a partir de segunda-feira (25), os prioritários vão ter que dividir a vacina com dois novos grupos. O público-alvo foi estendido para crianças entre 5 e 9 anos e adultos entre 50 e 59 anos.
  5. Descoberta arqueológica em Minas Gerais revela práticas funerárias pré-históricas no Brasil

    A descoberta de 39 esqueletos humanos na região de Lagoa Santa indica que os povos que viviam no território do país tinham hábitos mais complexos do que se imaginava. Os esqueletos encontrados na Lapa do Santo indicam que os povos que viviam ali eram muito mais complexos do que se imaginava André Strauss/Divulgação A descoberta de 39 esqueletos humanos, com idades entre 8 mil e 11 mil anos na região metropolitana de Belo Horizonte, está ajudando a redefinir o que se sabia sobre os primeiros brasileiros. O achado ocorreu na Lapa do Santo, uma pequena caverna no município de Lagoa Santa. São os ossos mais antigos do Brasil e revelam que, ao contrário do que se pensava até agora, os povos que viviam no local naquela época eram complexos e tinham práticas funerárias altamente elaboradas. A novidade é resultado do projeto Morte e vida na Lapa do Santo: uma biografia arqueológica dos povos de Luzia, coordenado pelos pesquisadores André Strauss, do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), e Rodrigo de Oliveira, do Instituto de Biociências (IB), ambos da Universidade de São Paulo (USP). É um trabalho de pesquisa interdisciplinar, que tem como objetivo caracterizar como viviam as populações que estavam no Brasil central durante o Holoceno Inicial (Holoceno é o período geológico que começou há 11.500 anos e se estende até o presente). De acordo com Strauss, os esqueletos desencavados eram de idosos, crianças, homens e mulheres. "Todos tinham sinais de rituais mortuários", revela. "Alguns estavam queimados, outros pintados de vermelho e alguns combinavam crânios de crianças com corpos de adultos, ou dentes de uma pessoa com a arcada de outra. O que chamou a atenção também é que esses sinais variavam dependendo da idade arqueológica dos ossos. Isso pode significar que os povos que habitavam a região alteraram sua forma de tratar os corpos dos mortos ao longo do tempo. Essa descoberta é inédita na arqueologia brasileira." Os primeiros americanos A região tem dezenas de sítios arqueológicos que vêm sendo escavados e pesquisados desde 1843 André Strauss/Divulgação A região onde trabalham os arqueólogos, Lagoa Santa, está entre as mais ricas em restos de culturas pré-históricas do Brasil. Ali, dezenas de sítios arqueológicos vêm sendo escavados e pesquisados desde 1843, quando o naturalista dinamarquês Peter Wilhelm Lund (1801-1880), considerado o pai da paleontologia brasileira, descobriu ossadas humanas misturadas com as de animais já extintos. Desde então, centenas de crânios e outros ossos humanos foram desenterrados do local. Entre eles, o mais antigo de que se tem registro no Brasil, com 11.300 anos, descoberto em 1974, pela arqueóloga francesa Annette Laming-Emperaire, no sítio chamado Lapa Vermelha IV. Como era de um indivíduo do sexo feminino, foi batizada de Luzia pelo bioantropólogo Walter Alves Neves, também da USP, que foi orientador de Strauss e Oliveira, que agora dão continuidade ao seu trabalho. Em 1995, ele fez medidas antropométricas do crânio, que mostraram que Luzia tinha mais a ver com os africanos do que com os índios atuais. Com base nisso e em outras descobertas, ele elaborou sua hipótese para a ocupação das Américas, apresentada no livro O povo de Luzia - em busca dos primeiros americanos, em coautoria com o geógrafo Luís Beethoven Piló. A hipótese propõe que os primeiros americanos chegaram ao continente em duas levas migratórias, uma há 14 mil anos e a segunda há 11 mil, vindas da Ásia pelo estreito de Bering. A primeira seria composta por uma população com traços semelhante aos dos africanos e aborígines australianos. A segunda era de indivíduos parecidos com asiáticos e índios americanos atuais. Ao longo do tempo, os dois povos se miscigenaram no novo mundo. Para outros estudiosos, no entanto, os indígenas atuais ou ameríndios e os primeiros que chegaram à região de Lagoa Santa fazem parte de um mesmo tipo, cujas diferenças morfológicas podem ser explicadas pela variabilidade natural que existe dentro de qualquer população. A pesquisas de Strauss e Oliveira poderão ajudar a elucidar a questão. Segundo Strauss, o projeto segue em pleno andamento com a escavação da Lapa do Santo e a análise do material encontrado. "Isso inclui estudos morfológicos, de microvestígios, isótopos, datação, antropologia virtual, micromorfologia e DNA", conta. "Até o momento, nossos estudos não dialogam diretamente com o tema dos primeiros americanos. Quando sair o resultado do DNA poderemos determinar se o modelo dos dois componentes está correto ou não." As escavações realizadas até agora já revelaram vários aspectos dos grupos, desconhecidos até agora André Strauss/Divulgação Práticas funerárias surpreendentes As escavações realizadas até agora já revelaram, no entanto, vários aspectos dos grupos que eram desconhecidos até agora. "Apesar das centenas de esqueletos exumados em Lagoa Santa em quase dois séculos de pesquisa, muito pouco foi discutido em relação às práticas funerárias na região", diz Strauss. "De acordo com as poucas descrições disponíveis na literatura, elas sempre foram caracterizadas como simples e homogêneas, incluindo apenas enterros primários de um único indivíduo e sem nenhum tipo de acompanhamento funerário." As descobertas de Strauss e Oliveira mudam radicalmente esse quadro. De acordo com eles, os sepultamentos da Lapa do Santo tinham uma alta variabilidade, o que contradiz a visão tradicional sobre as práticas mortuárias na região. "Além dessa retificação histórica, a diversidade delas no local ganha relevância, porque contraria a homogeneidade de outros componentes do sítio, tais como os artefatos de pedra, os remanescentes faunísticos, a morfologia craniana e a própria composição da matriz sedimentar." Segundo Strauss, os sepultamentos também permitem inferir que ao longo do Holoceno Inicial grupos distintos que, possivelmente, não se reconheciam como parte de um mesmo povo habitaram a região. "Na ausência de mais datações diretas para os esqueletos, não é possível descartar a hipótese de que, em um mesmo momento, diferentes povos tenham ocupado a região", acrescenta. Simplificando, ele diz que é possível que, durante o Holoceno Inicial, não tenha existido "um único 'povo de Luzia'", expressão cunhada por Walter Neves para se referir aos grupos humanos que habitaram a região de Lagoa Santa na época, "mas sim muitos 'povos' e muitas 'Luzias', cada um único em suas idiossincrasias simbólicas, culturais e, por que não, linguísticas". "Assim, o registro funerário da Lapa do Santo contribui para retratar uma pré-história plural e dinâmica, onde a diversidade é a regra e elemento interpretativo fundamental", diz.
  6. Prefeitura de SP estende campanha de vacinação contra a gripe até sábado

    Índice de vacinação dos grupos prioritários está em 71,7%, abaixo da meta. Vacina contra gripe Reprodução/TV Globo A Prefeitura de São Paulo decidiu estender por mais um dia a campanha de vacinação contra a gripe para os grupos prioritários. A campanha estava prevista para acabar nesta sexta-feira (22), mas no sábado 70 unidades de saúde vão vacinar os seguintes grupos: • Crianças de 6 meses a cinco anos; • Crianças de cinco a nove anos; • Adultos entre 50 a 59 anos; • Idosos (com mais de 60 anos); • Trabalhadores da saúde; • Gestantes; • Puérperas (mulheres que estão amamentando); • Professores das redes pública e privada; • Indígenas; • Pessoas privadas de liberdade (incluindo adolescentes cumprindo medidas socioeducativas); • Profissionais do sistema prisional • Pessoas com doenças que aumentam o risco de complicações em decorrência da influenza. Os postos abrem às 8h, mas o horário de fechamento é diferente para cada unidade. Confira o horário de funcionamento no site da Prefeitura. Para tomar a vacinar, é preciso levar documento de identificação e, se possível, a carteira de vacinação e cartão SUS. Os profissionais de saúde e educação precisam apresentar holerite ou crachá de identificação. Portadores de doenças crônicas e outras comorbidades devem levar a receita da medicação que faz uso com data dos últimos seis meses. A cidade de São Paulo ainda não atingiu a meta de vacinar 90% da população desses grupos. De acordo com o último balanço da Secretaria Municipal da Saúde, a cobertura está em 71,7%. O índice de vacinação continua abaixo do esperado entre as gestantes (48,1%), crianças de 6 meses a 5 anos (50,1%). Novos grupos A partir de segunda-feira (25), os prioritários vão ter que dividir a vacina com dois novos grupos. O público-alvo foi estendido para crianças entre 5 e 9 anos e adultos entre 50 e 59 anos.
  7. O que acontece no corpo durante um jogo emocionante do Brasil na Copa - e quais os riscos

    Estudos mostram que emoções fortes em partidas da Copa do Mundo aumentam risco de ataques cardíacos e derrames; para médico, locutores deveriam acalmar espectadores. Torcedora comemora a vitória do Brasil contra Costa Rica nesta sexta-feira, 22 Marcos Serra Lima/G1 "Às vezes a televisão mostra no meio do jogo uma criança, uma 'ola', isso ajuda a acalmar. Mas é pouco. Os locutores precisam dizer aos espectadores diretamente: 'Acalmem-se!'", reclama o cardiologista Fernando Costa, do Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo, e diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Ele está falando de partidas tensas da Copa do Mundo como a do Brasil contra a Costa Rica, na manhã desta sexta-feira - e do perigo que essa tensão pode representar para os torcedores. "Há um aumento enorme de ataques cardíacos e derrames (acidentes vasculares cerebrais) durante jogos. Em homens, mais, porque eles se identificam mais com o futebol. Se estiver muito nervoso, levante, saia, tome um copo d'água", recomenda o médico. Um novo estudo alemão, publicado na revista científica The New England Journal of Medicine, revelou que a incidência de emergências cardíacas entre torcedores alemães durante as partidas da seleção daquele país na Copa do Mundo de 2006 cresceu, em média, 2,66 vezes. Os homens foram mais afetados que as mulheres, mas, em ambos os casos, houve mais episódios de infarto, angina e arritmia cardíaca. Em 2013, um estudo da Universidade de São Paulo (USP) indicou que as ocorrências de infarto aumentavam de 4% a 8% entre brasileiros durante jogos da Copa. "O estudo alemão é maior, teve todo um trabalho estatístico longo e produziu números bem fiéis. Temos algumas variações de cultura a cultura, mas, nesse caso, os índices servem para o Brasil também. As doenças cardiovasculares têm prevalência semelhante na Alemanha e no Brasil", disse à BBC News Brasil o cardiologista Sergio Timerman, especialista em ressuscitação do Incor e Coordenador do Centro de Treinamento em Emergências Cardiovasculares da SBC. "Isso pode parecer uma piada e, para as pessoas que não ligam para futebol, pode soar como besteira. Mas é coisa séria. Estudos têm mostrado que as emoções fortes são um gatilho muito importante, especialmente para quem já tem uma doença do coração." 'Haja coração' mesmo Para os especialistas, a expressão "haja coração", apesar do clichê, tem algum fundamento na biologia. O sistema cardiovascular, segundo eles, é o mais afetado durante momentos de ansiedade, angústia e estresse prolongados, como aquela partida decisiva em que a bola teima em não entrar no gol. Isso ocorre porque situações de estresse e ansiedade mobilizam os hormônios que preparam o corpo para as situações de ataque ou de fuga. "Quando você está ansioso frente a uma situação de risco, de o Brasil perder, ser desclassificado, você simula esse mesmo efeito", explica o endocrinologista Cleo Otaviano Mesa Junior, do Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR). "Os hormônios liberados mais imediatamente são adrenalina e noradrenalina, produzidos por gânglios ao lado da coluna e pela glândula suprarrenal, que fica acima dos rins. Eles fazem com que o coração acelere, a boca fique seca, aumente a sudorese e a pressão arterial." Estes hormônios, juntamente com o cortisol, um regulador hormonal conhecido também como "hormônio do estresse", mobilizam os estoques de glicose e aumentam a pressão sanguínea para que os órgãos vitais - cérebro, coração e pulmão, trabalhem melhor e mais rapidamente. "É por isso também que pessoas com diabetes podem ter picos de glicemia temporários nessas horas. A liberação de glicose no sangue é maior para dar mais energia ao cérebro, que tem que ficar mais atento", diz. Como depende do coração o bombeamento de sangue para os órgãos vitais, sua importância aumenta neste momento. O organismo diminui o fluxo de sangue, por exemplo, ao sistema digestivo e ao sistema urinário. "Pode observar que, na hora da ansiedade, muitas pessoas perdem a fome e não têm nem vontade de urinar", diz Mesa Junior. E se você sentiu aquela dor de barriga do medo? "Os movimentos intestinais até podem ser acelerados nessa hora por causa da adrenalina, mas a digestão dos alimentos é menos prioritária", segundo o endocrinologista. Torcedor concentrado se enrola em bandeira durante jogo do Brasil Fábio Tito/G1 Aumento da pressão Este controle do fluxo de sangue no organismo, que é estimulado pela adrenalina, faz com que os vasos sanguíneos fiquem mais apertados. Por isso, as mãos costumam ficar frias e a aparência do torcedor muito ansioso, um pouco mais pálida. O sangue também pode se tornar mais espesso, o que aumenta ainda mais a resistência nos vasos. Em pessoas propensas às doenças cardíacas, uma situação como esta, caso se mantenha constante, pode causar um bloqueio do fluxo de sangue nas artérias do coração e, consequentemente, um AVC ou uma arritmia cardíaca, segundo Fernando Costa. "Mas o mais comum, e o mais problemático, é que esse pico de pressão arterial rompa alguma das placas de gordura que nós temos dentros das artérias cardíacas do cérebro. Se uma dessas placas se rompe, ela pode fechar um vaso e provocar até morte súbita", explica. As placas de gordura dentro dos vasos são "cultivadas" por hábitos como o fumo e o consumo de álcool e gordura, mas também podem ser consequência de herança genética ou doenças como diabetes. Além de tudo isso, a mudança de hábitos para assistir aos jogos da Copa muitas vezes é o empurrão que faltava para um problema de saúde. "As pessoas perguntam: 'Por que na Copa é pior?'. Isso pode acontecer em outros eventos, inclusive esportivos. Mas durante a Copa, em países nos quais se gosta muito de futebol, a população muda de hábitos. Nos jogos pela manhã, vemos pessoas já tomando cerveja, comendo gordura ou tomando muito café", diz Sergio Timerman. "Tudo isso, em excesso, aumenta o trabalho do coração. Como estamos lidando com uma doença muito prevalente, temos uma legião de seres humanos que não sabe que têm. Às vezes, o primeiro sintoma de um infarto é a morte." Saiu o gol! Apesar do alívio, o corpo não se recupera assim tão rapidamente quando o time marca. "O organismo libera a pressão, mas também há liberação de adrenalina na hora do gol. A pressão também pode subir, e tem gente até que desmaia. É preciso estar psicologicamente preparado para essas emoções", diz Costa. Na hora da surpresa positiva, além da adrenalina, neurotransmissores como dopamina e serotonina são liberados pelo sistema nervoso central, e dão a sensação de prazer e de alegria. No entanto, essas substâncias estão mais concentradas no cérebro, já que não há glândula periférica que os produza, diz o endocrinologista Cleo Mesa Junior. Para Sergio Timerman, o aumento de adrenalina na hora do gol não é tão agudo, e pode ser até positivo para o organismo. "O complicado é que ele permaneça constantemente. Por isso é que a angústia e a ansiedade são perigosas", diz. Emoção forte ou ataque do coração? Na hora da decisão, como saber se o que você está sentindo é uma ansiedade normal ou uma doença de consequências graves? "Se a pessoa está com o coração como uma batedeira, mas isso não está vindo junto com uma dor no peito, um cansaço ou um mal-estar, é provavelmente uma emoção", diz Timerman. Fique atento para o caso de, além dos sintomas normais de ansiedade - aumento do suor, coração acelerado, boca seca, mãos frias - sentir também dor ou pressão no peito, suor frio, náuseas ou ânsias de vômito, ou mesmo se a taquicardia não passar logo. Isso pode ser um ataque de arritmia. Caso a ansiedade venha também acompanhada de dor de cabeça, paralisia ou fraqueza muscular em um braço ou perna, alterações na fala ou pontos brilhantes na visão (chamados de escotomas), a possibilidade é de um AVC. "Na dúvida, largue o jogo e procure um pronto-socorro na hora para fazer uma avaliação. Há uma chance de ser tratado com medicamentos e reverter o processo", alerta o cardiologista Fernando Costa. Preparação para torcer Para os especialistas, é importante lembrar do óbvio: manter a calma na hora do jogo, mesmo que pareça impossível. "Em qualquer evento que nos traga fortes emoções, é importante ter um amparo familiar e presença de amigos. Procure também não mudar demais sua rotina e evite excessos - sem cafeína demais, álcool demais, gordura demais ou cigarro demais", aconselha Timerman. Se você está tomando medicação controlada, a rigor, nada o impede de acompanhar a seleção, mas é importante não esquecer de tomar os remédios da maneira correta. Caso o jogo seja especialmente difícil, vale conversar seriamente com seu médico antes da partida. Além disso, os cardiologistas afirmam, assegure-se de que o ambiente onde você está vendo o jogo não está repleto de pessoas que são tão ansiosas quanto você - ou mais. "Se você tem doença conhecida, cuidado. Se não tem, tenha conhecimento do seu estado cardiológico antes de entrar numa situação de estresse comunitário. Em locais públicos, as pessoas ficam cada vez mais ansiosas e vão contaminando umas à outras. Tem gente que entra em uma espécie de transe", afirma Costa. Para alguns, pode até valer a pena reduzir o volume do som da TV, caso aquele locutor o deixe nervoso demais. "As emissoras deveriam pedir calma, parar um minuto para ajudar as pessoas a relaxarem. Mas eles aumentam a quantidade de estresse durante o jogo." "O indivíduo também deve pensar antes de ter atitudes extravagantes por causa de uma partida de futebol. O importante é estar inteiro para assistir ao próximo jogo", completa o médico. Torcedor comemora vitória do Brasil no Anhangabaú nesta sexta Fábio Tito/G1
  8. Cientistas descobrem composto que imobiliza célula do câncer e impede metástase

    Estudo testou nova estratégia contra o espalhamento de tumores pelo organismo; em vez de matar a célula, pesquisadores primeiro impediram que elas se movimentassem. O cientista Raymond Bergan e equipe em laboratório no Instituto OHSU Knight Cancer, no estado de Óregon (EUA) Kristyna Wentz-Graff/OHSU Uma nova pesquisa publicada na revista "Nature Communications" nesta sexta-feira (22) abre novos caminhos para impedir que o câncer se espalhe para outras áreas do organismo. Em estratégia inédita, cientistas "congelaram" a célula cancerígena para que ela não se movimentasse. Trata-se de uma mudança de perspectiva na luta contra o câncer, dizem os cientistas. Isso porque atualmente os esforços têm se concentrado mais em matar o tumor na maior parte das pesquisas em oncologia. Os testes foram feitos com a molécula KBU2046, composto que inibiu o movimento de células do câncer em quatro diferentes tipos de células do câncer humanas: câncer de mama, próstata, colorretal e pulmão. "O movimento é a chave. Se as células cancerígenas se espalharem por todo o seu corpo, elas vão tirar sua vida. Podemos tratar, mas esse movimento vai tirar sua vida", diz em nota Raymond Bergan, professor de oncologia médica no Instituto OHSU Knight Cancer (EUA). "Estamos estudando uma maneira completamente diferente de tratar o câncer", conclui Bergan. O cientista explica que ele e a sua equipe fizeram diversos estudos na química para pensar um composto que só inibiria o movimento de células do câncer -- e não tivesse nenhum outro efeito em células saudáveis. Terapia tem o objetivo de imobilizar a célula para que ela seja incapaz de atingir outros órgãos no organismo Pixabay/Creative Commons/Qimono Substância bloqueia proteína associada ao movimento Bergan cita ainda que o laboratório de Karl Scheidt, professor de química e farmacologia da Universidade de Northwestern, foi o responsável por pensar em novos compostos que pudessem impedir a motilidade de tumores. O desafio era encontrar substâncias com poucos efeitos colaterais. "Começamos com uma substância química que impedia as células de se moverem. Depois, sintetizamos o composto várias vezes para que ele fizesse um trabalho perfeito de parar as células sem efeitos colaterais", diz Karl Scheidt, em nota. Scheidt explica que o KBU2046 se liga a proteínas das células de forma específica para somente impedir o movimento. Não há outra ação sobre as estruturas celulares, o que diminui os efeitos colaterais e a toxicidade. "Levamos anos para descobrir", comemora, em nota. Pesquisadores almejam que a droga possa ser administrada em cânceres iniciais para diminuir ao máximo que o tumor se espalhe para o resto do corpo e o paciente tenha um tumor intratável no futuro. Cientistas estimam que serão necessários dois anos e US$ 5 milhões para que os primeiros testes sejam realizados em seres humanos.
  9. Mortes de crianças por gripe triplicam no Brasil em 2018, diz Ministério da Saúde

    Governo informa que 44 crianças morreram por gripe no Brasil este ano. Em 2017, foram registrados 14 óbitos no mesmo período. No total, 535 brasileiros foram vítimas do influenza. Crianças entre seis meses e cinco anos têm indicação para a vacina gratuita contra a gripe José Marcelo/G1PI O número de crianças que morreu por gripe triplicou no Brasil em 2018, informa o Ministério da Saúde. Foram 44 mortes esse ano (até o dia 16 de junho), contra 14 óbitos registrados no mesmo período em 2017. Até o momento, 3,6 milhões de crianças menores de cinco anos não foram vacinadas, informa o Ministério da Saúde. No total, o Brasil teve 3.122 casos de influenza em 2018, com 535 mortes contabilizadas até o dia 16 de junho. A campanha de vacinação contra a gripe termina nesta sexta-feira (22) após duas prorrogações. Algumas cidades, como o Recife, no entanto, decidiram prorrogar a campanha até segunda-feira (25) em face do jogo do Brasil. Crianças foram as que menos se vacinaram este ano, com 67,7% dos vacinados. Aquelas entre seis meses e cinco anos têm indicação para a imunização gratuita, além de idosos, gestantes e outros grupos (confira grupo com indicação abaixo). “É essencial que os pais levem seus filhos aos postos de saúde para receber a vacina e, assim, evitar as complicações do vírus. É uma forma de proteger as crianças e também o restante da população”, disse Gilberto Occhi, ministro da Saúde, em nota. Não é só na gripe que as crianças estão tendo baixa cobertura vacinal. Em 2017, vacinas contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela apresentaram o menor índice de vacinados em 16 anos. Especialistas acreditam que uma menor percepção de risco sobre essas doenças, principalmente em gerações que não viram a condição se manifestar, pode explicar em parte a menor cobertura. Maior parte das mortes é por H1N1 No total, o Brasil teve 3.122 casos de influenza em todo o país, com 535 óbitos. Em relação ao vírus H3N2, foram registrados 635 casos e 97 óbitos. Além disso, foram 278 registros de influenza B, com 31 óbitos e os outros 324 de influenza A não subtipado, com 56 óbitos. Das mortes, 393 apresentaram pelo menos um fator de risco para complicação, como doenças cardiovasculares, diabetes mellitus e pessoas com dinsfunções respiratórias, informa o Ministério da Saúde. Quem tem indicação para a vacina gratuita: Professores da rede pública e privada; Profissionais de saúde; Crianças entre 6 meses e cinco anos (estão com a menor cobertura); Gestantes; Mulheres com parto recente (com até 45 dias); Idosos a partir de 60 anos; Povos índigenas; Portadores de doenças crônicas; População privada de liberdade (inclui funcionários do sistema prisional e menores infratores).
  10. Vacinação contra gripe acaba nesta sexta; 84% do público-alvo se vacinou até agora

    Até quinta-feira (21), o Brasil tinha vacinado 45,8 milhões de pessoas. Meta inicial era imunizar 54,4 milhões, entre idosos, crianças e gestantes. Campanha de vacinação contra gripe termina nesta sexta-feira (22) m TV Anhanguera/Reprodução A campanha de vacinação contra a gripe termina nesta sexta-feira (22) após duas prorrogações do Ministério da Saúde para que a meta inicial de 54,4 milhões de vacinados fosse atingida. Algumas cidades, como o Recife, no entanto, decidiram prorrogar a campanha até segunda-feira (25) em face do jogo do Brasil. A campanha de vacinação começou no dia 23 de abril e o primeiro prazo assinalava para o término no dia 1º de junho. Até quinta-feira (21), a pasta informou que 84% do público-alvo havia se vacinado. A imunização contra a gripe é feita de forma sazonal (todos os anos antes do inverno) e não está disponível o ano inteiro no calendário de imunizações do ministério. Dentre aqueles com indicação para a vacina, o ministério informa que crianças tiveram a menor cobertura vacinal (66,7%). Já os professores, foram os que mais se vacinaram (98%). Confira abaixo: O número de mortes de crianças também triplicou em 2018. Foram 44 óbitos até junho, contra 14 óbitos no mesmo período em 2017. No total, o Brasl registrou 3.122 casos de influenza em todo o país e 535 óbitos. A vacina contra a gripe é indicada para pessoas mais suscetíveis à transmissão (como professores e profissionais da saúde) e também para aqueles com maior risco de complicações graves (gestantes e idosos). O Ministério da Saúde informa que a indicação segue parâmetros da Organização Mundial da Saúde e de estudos feitos pela pasta. Quem tem indicação para a vacina gratuita: Professores da rede pública e privada; Profissionais de saúde; Crianças entre 6 meses e cinco anos (estão com a menor cobertura); Gestantes; Mulheres com parto recente (com até 45 dias); Idosos a partir de 60 anos; Povos índigenas; Portadores de doenças crônicas; População privada de liberdade (inclui funcionários do sistema prisional e menores infratores). Sudeste tem a menor cobertura vacinal Em relação às regiões, o Sudeste apresentou o menor índice de vacinados, com 77,2% de do público-alvo imunizado, informa o Ministério da Saúde. Confira a distribuição da cobertura vacinal por região. Entre os estados, Goiás, Amapá, Distrito Federal, Ceará, Espírito Santo, Tocantins, Maranhão, Paraíba, e Alagoas possuem cobertura vacinal contra a gripe acima de 90%. Já os estados com as taxas mais baixas de vacinação contra a gripe são Roraima, com 60,4% e Rio de Janeiro, com 62,4%.
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